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POLÍTICA DE PRIVACIDADE

2. FUNDAMENTOS PARA A PROTEÇÃO DE DADOS.

A proteção de dados dentro da empresa é critério fundamental e basilar no desenvolvimento de rotinas de trabalho, contratação de novas tecnologias e estabelecimento de condutas e políticas internas, sempre tendo como fundamento os seguintes princípios.

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  • Respeito à privacidade;

  • Autodeterminação informativa;

  • Liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

  • Inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

  • Desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

  • Livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor;

  • Direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

3. A QUEM SE APLICA?

Esta política de privacidade se aplica aos seguintes casos de coleta e tratamento de dados pessoais e as seguintes pessoas.

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  • Tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

  • Operação de tratamento realizada no território nacional;

  • Atividade de tratamento que tenha por objetivo a oferta ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento de dados de indivíduos localizados no território nacional;

  • Dados pessoais, objeto do tratamento, tenham sido coletados no território nacional.

4. GLOSSÁRIO E DEFINIÇÕES

Para que esta política possa ser entendida em sua integralidade, é importante que alguns conceitos e definições sejam expostos.

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  • Dado pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável;

  • Dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural;

  • Dado anonimizado: dado relativo a titular que não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de seu tratamento;

  • Banco de dados: conjunto estruturado de dados pessoais, estabelecido em um ou em vários locais, em suporte eletrônico ou físico;

  • Titular: pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento;

  • Controlador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais;

  • Operador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador;

  • Encarregado: pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD);

  • Agentes de tratamento: o controlador e o operador;

  • Tratamento: toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração;

  • Anonimização: utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no momento do tratamento, por meio dos quais um dado perde a possibilidade de associação, direta ou indireta, a um indivíduo;

  • Consentimento: manifestação livre, informada e inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada;

  • Bloqueio: suspensão temporária de qualquer operação de tratamento, mediante guarda do dado pessoal ou do banco de dados;

  • Eliminação: exclusão de dado ou de conjunto de dados armazenados em banco de dados, independentemente do procedimento empregado;

  • Transferência internacional de dados: transferência de dados pessoais para país estrangeiro ou organismo internacional do qual o país seja membro;

  • Uso compartilhado de dados: comunicação, difusão, transferência internacional, interconexão de dados pessoais ou tratamento compartilhado de bancos de dados pessoais por órgãos e entidades públicos no cumprimento de suas competências legais, ou entre esses e entes privados, reciprocamente, com autorização específica, para uma ou mais modalidades de tratamento permitidas por esses entes públicos, ou entre entes privados;

  • Relatório de impacto à proteção de dados pessoais: documentação do controlador que contém a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais que podem gerar riscos às liberdades civis e aos direitos fundamentais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco;

  • Órgão de pesquisa: órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta ou pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos legalmente constituída sob as leis brasileiras, com sede e foro no País, que inclua em sua missão institucional ou em seu objetivo social ou estatutário a pesquisa básica ou aplicada de caráter histórico, científico, tecnológico ou estatístico;

  • Autoridade nacional: órgão da administração pública responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento desta Lei em todo o território nacional.

5. PRINCÍPIOS NORTEADORES PARA O TRATAMENTO DE DADOS

O ato de tratar dados praticado pela empresa sempre deve visar o respeito aos seguintes princípios.

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  • Finalidade: realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;

  • Adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;

  • Necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;

  • Livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;

  • Qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento;

  • Transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;

  • Segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;

  • Prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;

  • Não discriminação: impossibilidade de realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;

  • Responsabilização e prestação de contas: demonstração, pelo agente, da adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.

Com base nesses princípios norteadores, todas as rotinas de trabalho são realizadas pelo sistema integrado e informatizado presente na empresa, de modo que cada colaborador somente tem acesso aos dados que são necessários para que ele exerça as suas funções.

6. QUAIS DADOS SÃO COLETADOS E TRATADOS?

A empresa se restringe a coletar unicamente dados pessoais necessários para o cumprimento das suas obrigações legais e contratuais, em sua maioria de pessoas maiores de idade.

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O tipo de dado pessoa coletado depende do titular, de modo que os dados funcionários, prestadores de serviço, clientes e parceiros fornecem tipos diferentes de dados, em função das necessidades específicas da empresa.

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Eventualmente a empresa poderá coletar dados pessoais sensíveis, contudo, quando assim o faz é para a proteção da vida e incolumidade física do próprio e de terceiros, assim como para prevenir fraudes e tutelar a sua segurança.

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É possível, em situações exigidas por lei, que a empresa colete dados pessoais de crianças e adolescentes, o qual ocorre apenas mediante consentimento expresso conferido pelo seu responsável legal.

6.1. DA POLÍTICA DE COOKIES E FORMULÁRIOS DO SITE

O site da empresa realiza a coleta de dados pessoais de duas formas, através dos formulários disponíveis e que podem ser preenchidos pelas pessoas interessadas, assim como por cookies.

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Os cookies são pequenos arquivos que são salvos no computador das pessoas para ajudar a armazenar as preferências e outras informações usadas nas páginas da Web que elas visitam.

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A empresa utiliza cookies através da plataforma Pixel da empresa Facebook e da plataforma Analytics da Google, de modo que o site apresenta a política de cookies aplicável, assim como pop-up para que o visitante os permita.

7. MOTIVOS PARA O TRATAMENTO DE DADOS

Em regra, a empresa trata dados pessoais pelos seguintes motivos.

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  • Mediante o fornecimento de consentimento pelo titular;

  • Para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;

  • Quando necessário para a execução de contrato ou de procedimentos preliminares relacionados a contrato do qual seja parte o titular, a pedido do titular dos dados;

  • Para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral, esse último nos termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996 (Lei de Arbitragem);

  • Para a proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiros;

  • Quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiros, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais; ou

  • Para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.

8. COMPARTILHAMENTO

A empresa realiza o compartilhamento dos dados coletados por ela, em grau maior ou menor, a depender da qualificação do titular entre cliente, funcionário, prestador de serviços e fornecedor, em regra, buscando o cumprimento de obrigações legais e contratuais, principalmente de cunho trabalhista, fiscal, tributário e contábil sejam cumpridas. 

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Contudo, é possível que haja outros tipos de compartilhamentos, desde que eles estejam respaldados em alguma das hipóteses de tratamento previstas nos arts. 7, 11 e 14 da LGPD, como, por exemplo, o legítimo interesse do controlador. 

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Da mesma forma, os dados podem ser eventualmente compartilhados por determinação judicial ou de autoridade policial, assim como, para a tutela de direitos da empresa em processo administrativo ou judicial. 

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Os atos de compartilhamento sempre são realizados com todas as medidas cabíveis de segurança de tecnologia da informação, visando impedir qualquer vazamento ou acesso indevido. 

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Além disso, os operadores que recebem os dados compartilhados, em regra apresentam portal próprio para esse tipo de compartilhamento, o qual é revestido dos cuidados necessários, assim como já apresentam política de privacidade bem definida e implementada.

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 A empresa não realiza qualquer tipo de compartilhamento internacional dos dados que coleta.

9. MANUTENÇÃO DOS DADOS

Os dados pessoais coletados pela empresa são mantidos através de rotinas bem definidas e sistemas de última geração, que visam garantir um alto nível de controle, organização e proteção.

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Dessa forma, o acesso aos dados pessoais sempre é monitorado, pelo sistema, protocolos, funcionários e câmeras de segurança, de modo que qualquer irregularidade é facilmente identificada e corrigida.

10. RETENÇÃO E EXCLUSÃO DOS DADOS

Os dados pessoais coletados e tratados pela empresa são retidos no seu banco de dados enquanto o titular de dados tiver relação jurídica ativa com a empresa

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Encerrada a relação jurídica entre eles, a depender de cada caso, a empresa aplica as suas regras de retenção para apenas eliminar os dados após o referido prazo.

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Esse prazo é necessário para que a empresa possa adimplir toda e qualquer eventual obrigação legal ou contratual que venha a surgir, mesmo depois de encerrada a relação jurídica com o titular, ou mesmo para que ela possa tutelar os seus direitos em eventual demanda judicial, extrajudicial ou administrativa.

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A exclusão desses dados sempre é acompanhada de registro do ato, seja pelo log do sistema informatizado utilizado pela empresa, seja através do registro no respectivo livro de controle.

11. DIREITOS DOS TITULARES DE DADOS

A LGPD define que os titulares de dados têm os seguintes direitos perante os controladores e operadores.

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  • Confirmação da existência de tratamento;

  • Acesso aos dados;

  • Correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;

  • Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei;

  • Portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial;

  • Eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 dasta Lei;

  • Informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;

  • Informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;

  • Revogação do consentimento, nos termos do § 5º do art. 8º desta Lei.


Esses direitos poderão ser exercidos pelos titulares de dados de forma gratuita, nos termos abaixo.

Os titulares de dados poderão exercer os seus direitos, conforme previsto na LGPD e elencado acima, através de requerimento físico presente na recepção da empresa controladora, ou através de email a ser enviado diretamente ao encarregado, no endereço:

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dpo@grupostatus.com.br.

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O prazo para resposta do requerimento é de 5 (cinco) dias úteis.

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Toda e qualquer denúncia relativa à violação ou suspeita de violação aos termos desta política deverão ser informadas diretamente ao encarregado, conforme email acima.

12. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL E FORO

Esta Política de Privacidade e Proteção de Dados – PPPD é regida pela LGPD e será periodicamente atualizada, sempre que necessário, seja por adequações internas da empresa, seja porque a Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD editou normas de aprimoramento das condutas de boas práticas e governança.

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